Oferta - La Fiole du Pape Chateauneuf-du-Pape + Eternel Paradis Côtes de Provence

França
750 ml
Cinsault , Grenache , Mourvedre , Syrah , Rolle , Tibouren

Características Organolépticas e Harmonização

Este kit contém:

 

La Fiole du Pape Chateauneuf-du-Pape
 
Tipo: Tinto
Guarda por até 60 meses
Graduação Alcoólica: 14%
Temperatura de serviço em 18.00 Cº
Necessita Aeração Prévia em decanter por 60 minutos
 

Châteauneuf-du-Pape é a AOC mais famosa do sul do Rhône. A viticultura nesta região deu-se início ainda no século XII, porém sua relação papal começa no século XIV com o papado de Bonifácio VIII e suas desavenças com o rei da França, Felipe IV, o Belo. Após a morte de Bonifácio e o breve papado de Bento XI, Raymond Bertrand de Got, arcebispo de Bordeaux é eleito papa sob o nome de Clemente V. Clemente recusa-se a ir a Roma e muda a sede papal para Avignon, onde permanece por 67 anos. O vinho que era servido no palácio papal em Avignon era conhecido como Vin du Pape. Foi o sucessor de Clemente, o papa João XXII que mandou construir sua residência de verão, um castelo, em uma vila situada a 20km de Avignon, a pequena Châteauneuf. Somente em 1893 a vila passou a ser oficialmente chamada de Châteauneuf-du-Pape. Em 1923 foi criado o sindicato dos produtores de Châteauneuf-du-Pape e estabeleceram-se regras para garantir a qualidade dos produtos, foi a primeira regulamentação da França e serviu de base para a criação das futuras AOCs. Finalmente em 1937 a garrafa padrão utilizada foi criada, a qual deve ter em alto relevo as Chaves Cruzadas, que são o símbolo do papado. O La Fiole du Pape é o Châteauneuf-du-Pape mais vendido do mundo! Apesar de sua garrafa possuir em alto relevo o símbolo do papado (obrigatoriedade da AOC), ela tem um design único, retorcida e empoeirada. Foi criada em 1952 por Charles Brotte, a qual ficou em primeiro lugar em um concurso de ceramistas. O formato da garrafa representa as vinhas nodosas e retorcidas típicas da região devido à sua luta de crescimento contra o vento Mistral. Dentre as características que distinguem um Châteauneuf-du-Pape, o que mais surpreende é seu solo, formado por pedras grandes, redondas e macias (chamadas de Galets) misturadas com argila, chega a alcançar 6 metros de profundidade. Apesar de a AOC permitir, atualmente, até 22 variedades para a produção do Châteauneuf-du-Pape, o La Fiole de Pape utiliza as quatro principais, Grenache, Syrah, Mourvèdre e Cinsault. Sua produção é inspirada na região de Champagne, onde se faz vinhos non-vintage (misturando vinhos jovens com cuvées de reservas mais antigos) para garantir a consistência de seu estilo ano após ano (único vinho tinto AOC na França a utilizar essa técnica). Suas uvas são provenientes de colheita 100% manual e cada variedade tem sua fermentação alcoólica e malolática em grandes tanques de concreto. Após amadurece entre um e cinco anos em barris de carvalho centenários. Então, após toda essa aula de história, nossos sommeliers também estavam na expectativa - o que tem dentro dessa garrafa?? Servido o vinho na taça logo constatamos uma ótima complexidade, revelando camadas de aromas que começa com frutas vermelhas e negras, frescas e maduras como cereja, groselha, cassis, amora, passando para notas minerais de pedra molhada, folhas secas e de especiarias como pimenta e alcaçuz finalizando com toques terrosos, de cogumelos e de cedro. Em boca, apresenta incrível integração entre corpo, taninos e acidez, é potente, porém delicado, muito intenso e persistente. Seus sabores acompanham as notas olfativas, mas a sua acidez vibrante acentua seu caráter mineral. Realmente um vinho que agradará desde enófilos iniciantes até os mais experientes. Durante a nossa avaliação, entre uma descrição e outra, nossos sommeliers estavam tão entretidos que nem notaram que a garrafa esvaziou-se rapidamente, mais um fato que comprova a qualidade do vinho.

1 Eternel Paradis Côtes de Provence

Safra: 2016 | Tipo: Rosé
Guarda por até 30 meses
Graduação Alcoólica: 12,50%
Temperatura de serviço em 12.00 Cº
 
Vinho que mostra sua classe já na belíssima garrafa, este exemplar é daqueles que explica didaticamente o porquê a Provence é única quando o assunto é vinho Rosé. Dotado de uma elegância ímpar, une frescor e leveza em um conjunto perfumado e muito saboroso. Sua elaboração se dá através de um blend entre Grenache, Cinsault, Tibouren e Rolle. Os vinhedos estão situados no coração das Côtes de Provence, nas cidades de Pierrefeu e Saint-Tropez (na Riviera francesa) onde as vinhas desfrutam de um clima marítimo temperado, com exuberantes exposições ao sul. O vento costeiro protege as videiras, secando suavemente o orvalho ou a chuva. A colheita manual é realizada à noite para preservar as uvas da oxidação e manter todo seu frescor e aroma. A maturação se dá em cubas de inox junto das borras finas. Na taça temos um vinho com uma delicada cor salmão, repleto de aromas de pêssegos e rosas brancas, mas com uma mineralidade gostosa que também aparece em boca. No palato é definitivamente “crocante”, com aquela acidez que entrega frescor e vivacidade. O sabor traz novamente as notas de pêssego branco, mas também aparecem morangos recém colhidos em meio a um delicado toque de fumaça. É um ótimo vinho para ser desfrutado sem acompanhamentos, mas não pense por um minuto que ele não é gastronômico. Aliás, no quesito harmonização, é muito versátil!
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