Chateau Marsyas Gran Rouge + Chateau Marsyas Gran Blanc

Líbano

Características Organolépticas e Harmonização

Chateau Marsyas Gran Rouge: Especula-se que o Líbano seja o mais antigo produtor de vinhos do mundo. Até mesmo citações bíblicas descrevem vinhedos lá plantados, mas também há registros de que o povo fenício produzia vinhos nesta área cerca de 3.000 anos a.C. Foi no coração de Bekaa Valley, região que hoje é o centro vinícola do Líbano que o império romano construiu o Templo de Baco, ainda existente, podendo ser visitado no centro arqueológico. Château Marsyas é conhecido por elaborar vinhos de terroir, o que gerou elogios de críticos como James Suckling, que o enalteceu justamente pela personalidade das suas criações. São vinhos profundos e únicos, dotados de um caráter definitivamente sui generis. Este exemplar, obteve 92 pontos do próprio Suckling e é elaborado no Vale de Bekaa, localizado 30km a leste da capital Beirute, possui condições climáticas que, aliadas ao solo calcário argiloso, originam uvas de imensa qualidade. O vale é protegido por cadeias de montanhas, com invernos rigorosos e verões quentes e secos. A altitude média dos vinhedos é de 1.000 metros sobre o nível do mar, o que garante boa amplitude térmica. O assemblage tem predominância de Cabernet Sauvignon (50%), trazendo parcelas menores de Syrah (30%), Merlot (15%) e Petit Verdot (5%). A maturação foi realizada por barricas novas de carvalho francês durante 12 meses, após os quais repousou por igual período nas caves da vinícola. Sua cor é um rubi muito profundo, praticamente intransponível. Aromas de cassis e ameixa preta em compota aparecem junto a notas minerais e defumadas mostrando ainda toques exóticos de tomilho e trufas branca. Gastronômico, vigoroso e potente, entrega taninos carnudos e uma bela acidez, preenchendo o palato com um tostado evidente. O final é longo e complexo, o que nos deixa com vontade de repetir a dose. Um vinho muito interessante, daqueles para degustar sem pressa apreciando todas as nuances que ele oferece, pois você vai notar que ele muda na taça o tempo todo, do início da garrafa ao final, que por sinal chega rapidinho.

Chateau Marsyas Gran Blanc: Existem vinhos brancos tão interessantes, que deixá-los de lado significa desperdiçar a oportunidade de se surpreender e vivenciar expriências muito recompensadoras. O Château Marsyas é um daqueles que certamente figuraria na lista de indicações de "vinhos obrigatórios para beber antes de morrer". Inusitado, profundo, impactante... uma verdadeira preciosidade! Especula-se que o Líbano seja o mais antigo produtor de vinhos do mundo. Até mesmo citações bíblicas descrevem vinhedos lá plantados. Há 60 km de Beirute, nas planícies aluviais do Vale de Bekaa, está situado o Château Marsyas. Os 55 hectares de vinhedos estão encravados no sopé do Monte Barouk, a uma altitude de 990 metros. O Vale de Marsyas, também conhecido pelos antigos árabes como "Vale de Noé", em referência ao suposto local de enterro do profeta bíblico, é conhecido principalmente pelos templos sagrados de Baalbek / Heliópolis. De propriedade da família Saadé, os rótulos do Château Marsyas são produzidos na crença de que "o vinho está enraizado na terra". O terroir veio primeiro e todo o trabalho de vinificação leva em conta essa premissa fundamental. Sandro Saadé trabalha com a ajuda do mundialmente famoso consultor de Bordeaux, Stéphane Derenoncourt, produzindo vinhos soberbamente elegantes com um caráter único. O Marsyas Blanc é o principal vinho do Château, sendo elaborado através de um exótico corte entre Chardonnay e Sauvignon Blanc. As melhores características dessas castas se fundem e dão origem a um vinho multifacetado, com grande riqueza e profundidade. O aroma exibe notas complexas que sugerem raspa de limão, flores como lírio branco e madressilva, pêssego maduro, um toque de mel, além de leves nuances minerais como pólvora e pedra molhada. Na boca temos um vinho denso e potente, com textura untuosa. Sabores intensos de pêssego em calda se unem a notas amanteigadas e um toque de flor de laranjeira. Mostra ainda uma acidez bem bacana, que compensa toda essa potência e equilibra o conjunto. O final é expressivo e persiste no palato por um longo tempo. Como bem apontou o crítico Andrew Jefford (da Decanter Magazine), um vinho para deixar os libaneses orgulhosos!

Ver mais

Mais informações (Imprimir Ficha Técnica)

Guarda por até quantos meses? (a partir do lançamento em venda, não da safra do vinho)
48
Temperatura de serviço em Cº
18.00 Cº
Ver o preço